A Palavra no Conservatório

 

“Escribir es fácil: se empieza com una letra mayúscula y se termina com un punto final. En el medio colocan se las ideas.”

Pablo Neruda

 

Cada dia, desenovelado numa azáfama entre os corredores e as salas de aula, compassada pela melodia da campainha numa pauta de ideias, cruza-se com o recatado espaço da biblioteca, donde manam outros mundos por descobrir, apontando sonhos imperiosos.

 

Aceite acompanhar-nos à biblioteca.

 

Talvez por ser um espaço agradável que proporciona momentos únicos, presenteia os frequentadores com oportunidades de participar nas atividades que por lá vão queimando a rotina dos dias. Estas, porque envolvem toda a comunidade escolar de forma ativa, acolhedora e também exigente, despertam dos universos adormecidos a leitura e a escrita, preenchendo as suas apetências, iniciando a busca… do homem, da vida, do mundo. Assim se hão de construir na aventura os artífices do sonho …

 

A escrita, gerada pela leitura, verte na página em branco a vida e importa o fascínio e a excitação da leitura. Nesta missão, o escrevente tem o privilégio de poder escolher as cores que vão marcar as memórias nas páginas em branco, planear trajetos, definir universos e apresentar emoções e sentimentos. Adianta-se, fácil, a maiúscula inicial sugerida por Neruda, a adivinhar momentos aprazíveis, segue-se-lhe a cadência reticente, difícil, acumulando pedra sobre pedra até ao ponto…

Para quem escreve, a ânsia pelo ponto final; para nós, a vontade de começar, lado a lado, o alinhavo constante dum caminho. Ponto a ponto…

Pontuamos… com muito gosto!

 

 

Clica em cada um dos destaques para saberes mais...