As nossas histórias

  Este texto retrata a forma como os alunos do 2º ano, turma B, vivenciaram a problemática dos refugiados

Os amigos da natureza

 

Numa manhã cheia de sol, o Pardal, pequeno e distraído, que vivia numa floresta perto de um rio, resolveu procurar um abrigo, porque se aproximava a chuva e o vento.

Decidiu ir ter com o Choupo e indagou:

— Olá amigo Choupo! Estava cá a pensar, se me podias abrigar nos teus ramos, durante o inverno.

O Choupo, que era rude, egoísta e rabugento, retorquiu:

— Pássaro insolente, que fazes pousado no meu nariz?! Vais estragar os meus ramos frágeis.

O Pardal, triste e desanimado, voou até um carvalho para pedir-lhe ajuda:

— Bom-dia, Senhor Carvalho, pode abrigar-me nos seus ramos? Eu prometo não incomodar muito.

O Carvalho, que era vaidoso, temendo que ele estragasse a sua roupagem, respondeu:

— É claro que não, tu vais estragar a minha folhagem! Nesta estação fico vestido de várias cores.

O Pardal, ainda mais desolado, esvoaçou até uma Magnólia:

— Prezada Senhora Magnólia, podia acolher-me nos seus ramos? - questionou o Pardal.

— Claro que não! O teu bater de asas faz cair as minhas folhas!

O Pardal desanimado suspirou e disse para si próprio:

— O que é que eu vou fazer agora? Porque não comecei a procurar abrigo mais cedo? Oh, não! Já começou a chover…

— Amigo Pardaaaaalllll! - Ouviu-se ao longe uma voz a chamar.

— Quem é que me chama?!

— Sou eu, o Pinheiro! Queria perguntar-te se pretendes abrigar-te nos meus ramos durante o inverno?

— Obrigado amigo Pinheiro! Finalmente consegui um abrigo.

— Mas tem cuidado com as minhas folhas, porque são finas e picam como agulhas. - alertou o Pinheiro.

O Pardal com uma lágrima de alegria a escorrer dos olhos respondeu:

— É com todo o gosto que aceito a tua oferta!

Então o Pardal feliz e animado acolheu-se nos seus ramos.

A partir desse dia, a natureza passou a agradecer a quem a ajuda.

 

Também expressaram, através do desenho, os seus sentimentos sobre a problemática em questão

 

 
Trabalhos dos alunos do 3ºB  relativos à participação da 1ª edição do concurso "Uma história nada tradicional", dinamizada pela editora zero a oito.

Clica na imagem seguinte para acederes às histórias num livro virtual:

Poderás ainda descarregar em formato pdf as histórias e as sinopses respetivas, clicando nestes links:

A Heroína de Caracólia- capa e sinopse.pdf (1687382)
A heroína de Caracólia-resumo.pdf (92601)

A NOVA PLUMAGEM DO IMPERADOR 5.pdf (1423944)
A nova plumagem do imperador-resumo.pdf (97769)

AS 3 FORMIGUINHAS.pdf (1551712)
As três formiguinhas-resumo.pdf (95021)

O TUBARÃO E OS 7 PEIXINHOS.pdf (1520422)
O tubarão e os sete peixinhos.pdf (98508)

 
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 Aqui encontras as histórias que foram gravadas, no âmbito do concurso Conta-nos uma História, pelos meninos do 1º ciclo. As histórias foram adaptadas, recontadas e, posteriormente, gravadas com a colaboração do professor Serafim Barreira.

 

Porque é Que os Animais não Conduzem?

    Adaptação da história Porque é que os animais não conduzem?, de Pedro Seromenho. A história conta-nos as aventuras imaginadas por um menino quando, num dia em que estava doente, criou um mundo divertido em que os animais parecem pessoas reais. Sem regras nem sinais as estradas são uma selva e os perigos muitos mais. Boa viagem... em segurança!

 

A Rosinha, o mar e os sonhos

    História adaptada da obra A Rosinha, o mar e os sonhos, de Rosário Alçada Araújo. A adaptação, recriação e gravação da história fazem parte do trabalho de projeto da turma do 2ºB do CMCG. A história narra a aventura de uma menina que, ao querer descobrir os segredos do mar, descobre a importância dos sonhos para a construção de um mundo melhor.

 

O dragão que queria ser violinista

    História adaptada da obra O dragão que queria ser violinista, de Luisa Villar Liébana. A narração é feita pelos alunos do 3º ano. O amor pela música decidiu a escolha deste livro para a  realização do projeto. A história narra a descoberta da vocação de um dragão,  o Godofredo, e  ajuda-nos a aceitar as nossas limitações.

 

 

O dia em que conheci um Rei

    A história é o resultado de um exercício de escrita criativa após a leitura do livro Era uma vez um rei que abraçou o mar, de José Jorge Letria. Os alunos do 4º ano responderam ao desafio proposto e recriaram o dia em que conheceram um rei. Num ambiente descontraído, descrevem o diálogo entre um menino bracarense e D. João II, demonstrando a importância da leitura e da escrita na construção do conhecimento.

 

A Flor vai ver o mar

    Adaptação da história A Flor vai ver o mar, de Alves Redol. Era uma vez uma flor que queria ver o mar, mas estava presa ao chão e só tinha um pé. Para conseguir realizar o seu sonho, contou com a ajuda de cinco amigos, o cão, a rã, o boi, o sol e o pau. A amizade que os une será suficiente para que o sonho da flor se concretize? A narração e ilustração foram realizadas pelos meninos do 2ºA do CMCG.